Hoje é noite de derby lisboeta em Alvalade, no entanto a diferença qualitativa entre as duas equipas é abismal, o que não nos permite sonhar com um espectáculo de grande rivalidade e equilíbrio como nos bons velhos tempos… Aliás, actualmente Derbys para o Sporting é contra o Fátima… isso é que foi um grande duelo, onde houve golos, equilíbrio, emoção, discussões, assobios, porrada nos balneários, multas, Directores Desportivos que se demitiram, etc.
Há quem diga que Carvalhal vai apostar tudo nesta partida, pois é a única competição em que o Sporting poderá ter a sorte de levantar uma taça. Já Jorge Jesus planeia fazer várias mudanças no onze inicial, o que leva as pessoas a afirmarem que ele arrisca demasiado, mas eu não concordo nada. Até acho que contra este Sporting, o Benfica poderia apresentar o pior onze da sua história, que mesmo assim sairia vencedor. Seria um pesadelo deste género:
Bossio: O Guarda-Redes estafeta. Só servia para levar água à baliza do Guarda-Redes titular e chamar os suplentes que estavam a aquecer. Foi emprestado ao Setúbal, onde nem aí conseguiu ser titular. Tal não era a confiança que a equipa técnica tinha nele, que quando o jovem Moreira se lesionou, optaram por contratar o americano Zack Thornton. Mas a maior proeza de Bóssio foi ter assinado 3 anos com o Benfica, só fazer merda, e conseguir renovar por mais 2! Levámos 5 anos com este frangalhão!!Quim Berto: Um lateral polivalente, tanto jogava mal à esquerda como à direita. Dispensado 2 VEZES pelo Sporting, foi para o Benfica onde só alinhou em jogos particulares. Hoje é um histórico do FCVizela.
Paredão: Foi um desastre completo. A começar pelo nome, ninguém pode ser bom jogador de futebol e chamar-se Paredão, percebo que se queira dar ênfase ao facto do homem parecer uma parede, mas não resultou. Só se parecia com uma parede na forma como fazia as recepções de bola.
Tahar El Khalej: O grande defesa central marroquino, era grande só de estatura física. Foi mais um marreta que passou pelo nosso clube. Mal chegou à luz afirmou que também poderia jogar no meio campo. Até arrepiava ver aquele “pés de banco” sair com a bola (des)controlada.
Pesaresi: Detém o título de “Primeiro italiano a envergar a camisola do Benfica” mas antes não tivesse, dado que a sua passagem pelo clube da luz passou quase despercebida. Com ele em campo, o lado esquerdo da defesa do Benfica era uma autêntica auto-estrada. Em termos ofensivos, só passava do meio campo para a frente quando o árbitro apitava para recolher aos balneários. Apesar da concorrência para o seu lugar ser apertada, ele conseguiu ser pior que Nelo, Rojas e até Escalona!
Michael Thomas: Segundo Graeme Sounes "Ele (Michael Thomas) tem Big Balls, por isso jogará sempre na minha equipa". E a verdade é que jogava mesmo. Arrendou o círculo do meio campo, e raramente saia de lá. Tinha somente 3 velocidades (devagar, devagarinho e parado), contudo os adeptos do Benfica tiveram a oportunidade de o ver finalmente em acção, quando marcou o golo da vitória frente ao Guimarães. Não pelo golo em si, mas pelo facto de este ter corrido quase metade do campo em sprint… mas para festejar! Convém dizer que Thomas também tinha concorrência à altura, pois Paulo Almeida e Jamir foram fiéis herdeiros da sua posição.
Cristian Uribe: Nesta equipa de pezudos, este seria o meu médio criativo. Com uma mistura de estilos, consegue ter a postura de Bruno Caires, a capacidade técnica de Sérgio Nunes, a visão de jogo de Andrea Bocelli e ser mais feio que o Drulovic. De tão bom que era, não conseguiu completar a época, tendo regressado a casa pouco tempo depois. Ainda voltou a Portugal, mas para jogar no Moreirense.
Gaston Taument: Rotulado de craque, devido à presença no Mundial (94) e no Europeu (96) pela selecção Holandesa, conseguiu ser um autêntico desastre na Luz, e o melhor que conseguiu foi iniciar o seu fim de carreira. A memória que fica é a cabeleira longa, a incapacidade para desequilibrar e a forma rápida e eficaz como foi despachado em Fevereiro de 1998!
Mark Pembridgje: Há quem defenda que este não era assim tão mau, apenas se encontrava numa equipa miserável. Pessoalmente só me recordo dele ter sido preponderante na vitória de 6-0 contra o Beitar de Jerusalém. De resto passou ao lado da equipa, tal como os outros 55 ingleses que vieram com ele nessa época.
Martin Pringle: Nas décadas de 80 e 90, o Benfica contratou grandes jogadores na Suécia, casos de Stromberg, Thern, Magnunsson e Shwarz. Porém, tudo mudou com a chegada do Carteiro Pringle, alto mas não louro, com nome de batata frita e tosco o bastante para ter presença assegurada no lote de piadas benfiquistas. Hoje em dia é Treinador de Futebol Feminino (o que prova não ser parvo de todo).
Azar Karadas: Não sei se o Karadas teve azar, sei é que o meu Benfica contratou um Ponta-de-lança norueguês, que era tão eficaz e determinante na altura da finalização, que passou a jogar como defesa-central. Acho que este não precisa de mais apresentações!
SOU DO BENFICA E ISSO ME ENVAIDECE
CARREGA BENFICA...










